
Martelos e pregos e retratos tão velhos quantos os sonhos que eu quebrei hoje de manhã.
E os relógios não marcam mais o tempo, nem o meu lamento.
Isso faz parte de você?
Eu.
E o pouco que eu te dei era muito, era tanto que me confundo com o que tinha lá.
Na caixa vazia, tão surrada, no meio da estrada, ela, eu e mais ninguém.
E se pararem os relógios de minha vida, direi que tudo bem.
- Muito obrigada.
Que o caos não busca mais lugar em mim e que a fria aventura de procurar tesouro destruiu meu barco no meio do mar negro ou vermelho, como queira.
O meu corpo flutua sobre as águas do mar morto e morto também estão meus dias.
O sal cai na ferida e a menina corre pro seu quarto, vai chorar.
E a ventania despenteia seus cabelos e no meu dos cachos pensamentos.
“Ela não vai mais voltar.”
Mas aí é que para a brisa de um carro, no pára-brisa quebrado como seu coração.
Mas aí é que essas palavras não tem sentido mesmo e certas coisas não tem perdão.
Um comentário:
até quando tu não quer sai bonito *-*
Postar um comentário